Mostrando postagens com marcador diario de viagem. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador diario de viagem. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Foz do Iguaçu - dia 2

No segundo dia em Foz do Iguaçu o tempo estava péssimo. Choveu muito! e aproveitamos para fazer os passeios que não eram em parque. Começamos conhecendo a mesquita mulçumana.
 
 
 

Depois da mesquita, fomos ao templo budista. Foi um tour religioso, rs.
É bonito o lugar. Esse templo é o segundo maior do Brasil, o primeiro é o templo Zu Lai em São Paulo.







Saindo do templo fomos para o passeio na Usina de Itaipu. Fizemos o passeio completo, que conhece a usina por fora e por dentro. Esse passeio custou R$ 68. Pena que estava muito nublado e com neblina.
 





 

 
A parte boa desse tempo foi que as comportas da usina abriram, isso não acontecia a mais de um ano. É impressionante! Mas não pudemos descer do onibus, vimos de longe, mesmo assim é impressionante.

 
Eu indico fazer esse passeio completo, vale muito a pena. A usina é enorme, a história da construção é muito legal e os guias são excelentes.
 
Esse foi o segundo dia!
 
 
 

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Foz do Iguaçu - dia 1

No feriado de 9 de julho (feriado só em São Paulo) fomos para Foz do Iguaçu. Eu adorei a viagem! Acho que vale muito conhecer! Eu li muito da internet sobre ser lindo e realmente é lindo mesmo! As vezes viajamos tão longe e deixamos de ir num lugar perto que é muito interessante. A passagem de avião para lá não é tão caro, e tem muita oferta de hotel, ou seja, opções para todos os estilos de vigem.
Nós alugamos um carro na Movida, por R$ 120 a diária. Não me arrependo, e na maioria dos casos acho que vale alugar.
Chegamos no dia 8 perto da meia noite e fomos embora no dia 12 bem cedo. Então tivemos 3 dias completos. Choveu muito nestes dias, por isso tínhamos um pronto mas esperávamos no dia para decidir o que faríamos por conta da chuva.
 
No primeiro dia, apesar de nublado não choveu. Começamos nosso dia no Parque das Aves. O ingresso para brasileiros custou R$ 24. Achei muito legal isso nos parques da cidade: eles têm preço diferenciado para residentes na região ou no país e também para o Mercosul.
Logo na entrada do Parque tem um lago cheio de flamingos, lindo!
 

 

Para ir de um lugar ao outro entre os viveiros tem caminhos no meio da mata, além dos pássaros é possível ver plantas e árvores da mata atlântica. Olha esse jardim de bromélias, fiquei apaixonada.



 
O parque tem muitos tipos de aves mas sem dúvida o ponto alto é o viveiro das araras. É um viveiro enorme, ele não é tão largo mas é bem comprido. As araras passam voando de um lado pro outro, é maravilhoso. Você sente o vento no rosto a hora que elas passam.

 
Nesse viveiro elas ficam pertinho da gente!
 
 
O Parque das Aves é o maior viveiro do mundo especializado em araras. O mais legal é que além de ser um "zoológico" o parque é um centro de conservação da natureza e um santuário para recuperação da vida silvestre. Metade das aves do parque foram resgatadas de maus tratos ou do tráfico de animais, eles são tratados e recuperados, quando possível são soltos ou ganham um lar no próprio parque.
O Parque das Aves também trabalha com reflorestamento, educação ambiental e outros projetos, como do tucano e das aves da mata atlântica.
Esse lugar me surpreendeu muito e confesso que quase que não incluí no meu roteiro. Se você for para Foz, vá a esse parque. Eu amei!
 
Voltamos a pé para o Parque Nacional das Cataratas. A entrada para brasileiros custa R$ 31,30. e o estacionamento R$ 19.
Depois da bilheteria fomos para um fila para pegar o ônibus que nos levaria as trilhas. A fila estava bem grande mas foi super rápido, pois é muito bem organizado! Forma-se uma fila única, o ônibus encosta e as pessoas embarcam, ele vai embora e na mesma hora já encosta outro ônibus e assim por diante.
"O sistema de transporte coletivo alia tecnologia, conforto e respeito ao meio ambiente. Ele permite transportar maior quantidade de turistas, com diminuição do tráfego de veículos, redução de emissão de poluentes e de atropelamento de animais." Essa é a explicação do próprio parque e faz todo sentido!

 
No trajeto do ônibus há duas paradas para quem vai fazer passeios pagos (tipo aquele do barquinho) e a parada do hotel, que é  bem bonito por fora. Depois dessas é a parada para quem vai andar nas trilhas. As trilhas são todas asfaltadas, com corrimão enfim, bem estruturadas e elas terminam no restaurante.
Essa é a primeira visão das cataratas, é de tirar o folego!

 
Conforme andamos na trilhas vamos vendo as cataratas de vários ângulos diferentes.
 
 
Essa passarela é a que nos leva bem próximo. É impressionante! Nem consegui tirar foto lá porque estava molhando muito, não dava para tirar a máquina ou celular do bolso.

 
No final da trilha tem um elevador panorâmico, mas não fomos porque a fila estava muito grande.


 
Demoramos 2 horas para ver o parque todo e andamos no total 5 km. Não fizemos nenhum passeio adicional.
No final do parque perto do restaurante tem uma estátua do Santos Dumont, pois ele foi um dos grandes responsáveis pela criação do parque. Ele passou com o seu avião e achou que esse lugar deveria se público, pois na época era privado. acho que ele tinha toda razão!


Como terminamos cedo fomos conhecer o Marco das 3 Fronteiras, onde Argentina, Brasil e Paraguai se encontram e se dividem pelos  rios Paraná e Iguaçu Não tem muita coisa pra fazer mas a vista é bonita. É pra chegar tirar umas fotos, ver a paisagem e passar na lojinha de suvenir que tem lá.
Esse é o marco brasileiro.


Essa vista é para o lado do Paraguai.

 
E essa é a vista para o lado argentino. Essa estrutura é o Espaço das Américas, um lugar com anfiteatro para eventos.


 
Esse foi o primeiro dia.
A Fernanda foi para Foz num evento em junho e fez um vídeo no you tube sobre as cataratas, para assistir clique aqui.
Até mais!

terça-feira, 19 de maio de 2015

Nova York - dia 8

Oitavo e último dia. As 4 da tarde iríamos pegar o shuttle para o aeroporto, então precisávamos aproveitar bem essas últimas horas. Fomos conhecer a Roosevelt Island. Fizemos assim: fomos de metrô, passeamos pela ilha e voltamos com o bondinho.
Roosevelt Island é uma pequena ilha no East River, onde 16.000 pessoas trabalham e vivem.
 


Passeamos pelo Franklin D. Roosevelt Four Freedoms Park, um parque bem bonito que vai margeando o rio, bom para fazer caminhada. Estava com as árvores floridas, muito lindo.

 
 
O bondinho ou teleférico ou trem aéreo te leva em 4 minutos. Usamos o mesmo cartão do metrô para embarcar no bondinho. Esse é um passeio bem legal e sai praticamente de graça.
 
 
O teleférico vai em paralelo com a Ponte de Queensboro, que liga o Queens e Manhattan.

 
Logo que saímos da estação em Manhatan tem uma TJ Maxx, paramos lá compramos umas coisinhas e fomos tomar café. Num lugar com café americano tradicional.

 
Olha o que a gente pediu: ovo, bacon, panqueca! Mais americano que isso impossível!

 
Depois do café fomos na Century 21 terminar nossas compras. Mas antes de ir embora mais fotos de tulipas!

 
Nossa viagem foi no final de abril, ou seja era primavera. Achei a época ótima, estava frio mas nem tanto, as flores estavam lindas e só choveu 1 dia. Dizem que o outono também é lindo lá, quem sabe na próxima vez que eu voltar...
 
Bom, é isso! Essa foi nossa viagem! Nós tínhamos um roteiro para seguir mas acabamos mudando em função do tempo e fomos adaptando conforme os dias iam passando.
 
Espero que venham mais viagens por aí!
 
Um beijo pra vcs!
 
 

domingo, 17 de maio de 2015

Nova York - dia 7

O sétimo dia é o último dia completo, pois no oitavo já iriamos embora a noite.
Começamos o dia com o café da manhã no Bryant Park, que fica atrás da biblioteca. O dia que fomos na biblioteca estava chovendo então apenas passamos rápido pelo parque. Nesse dia voltamos com mais calma e o café foi na padaria Le Pain Quotidien que tem um quiosque na praça. O lugar é muito agradável com mesas e cadeiras, uma fonte, esse lindo gramado e um jardim com muitas tulipas.
 



Então fomos conhecer o Museu de Cera Madame Tussauds, que abriu em Nova York em 2000. Ele fica na Times Square. Como a Fernanda já tinha ido na outra vez que foi a NY, só eu e o Igor que fomos. A entrada custa US$ 39, é caro e acredito que é o tipo de lugar pra ir uma vez na vida ou demorar muito pra ir de novo então vale a pena.
  
 
 
Além das personalidades de cera, o museu tem cenários pra tirar fotos legais tipo esse do Central Park no inverno ou o do filme Parque dos Dinossauros.




 
Fomos almoçar no Carmines, um restaurante de comida italiana tradicional, bom e com um preço justo. Pedimos um file de frango a parmeggiana com uma pasta, estava uma delícia. O prato, segundo o garçom, serve de 3 a 5 pessoas. Já era tarde e estávamos morrendo de fome, acabamos comendo o prato todo!

 
Então terminamos nosso dia fazendo compras na Times Square. Compramos na Forever 21, na Aeropostale e H&M. A loja que mais gostamos do estilo das roupas e do preço foi da H&M. A Forever está com um estilo de roupa muito hippie, e na Aeropostale o mais legal foi esse lugar onde tem uma estátua da liberdade rosa e uma  vista privilegiada da Times Square.


 
Nosso dia terminou assim: cheio de sacolas para carregar!

 
Esse foi nosso útlimo dia completo.
Logo volto com o ultimo dia!

sábado, 16 de maio de 2015

Nova York - dia 6

Sexto dia de viagem!
Começamos o dia com um passeio super agradável atravessando a Ponte do Brooklyn a pé. Ela tem 1825 metros de extensão. É um passeio bonito, a ponte tem uma estrutura bem interessante e parece que estamos num filme pois é uma paisagem que vemos muito na tv.
A Brooklyn Bridge é uma ponte suspensa por cabos de aço que liga Manhattan ao Brooklyn, sobre o East River. Foi construída entre 1869 e 1883 e logo se tornou um dos grandes ícones de Nova York. É a ponte mais mais famosa de Nova York!
 
 
 
 
Atravessando a ponte fomos conhecer o Brooklyn Heights Promenade, um lugar muito agradável para fazer caminhada ou simplesmente apreciar a vista da ilha.


Era sábado e todo sábado tem uma feira chamada “Smorgasburg” com mais de 100 barracas que tem comidas de várias partes do mundo. O nome vem da junção das palavras Smorgasbord, um tipo de buffet sueco, com Williamsburg, a área do Brooklyn que recebe a feira.

 
 
 
Nós começamos comendo esta "panqueca". A massa é igual de panqueca quando está crua mas conforme vai grelhando numa chapa tipo de crepe ela fica folhada, muito diferente, uma delícia. O recheio era com carne de porco.

 
Pedimos também esse ovo sueco. É um ovo empanado e tem vários tipos de molho diferente.

 
Essa carne foi a melhor que comemos, estava tudo bom mas essa carne estava sensacional. Era uma costela e uma carne de cordeiro cozidas lentamente.


Então fomos conhecer a famosa escultura do LOVE. Ela mede 3.65 metros de altura e está exposta na Sexta Avenida com a 55th.
 


Fomos jantar no Katz Delicatessen. O restaurante abriu em 1888, e a fama do lugar é do melhor sanduíche de pastrami da cidade. Realmente é muito bom! O ambiente parece que parou no tempo e a fila pra pedir é uma bagunça mas vale a pena ter um pouco de paciência que o sanduíche é uma delícia e a batata frita também.
O pastrami é uma técnica de conservação de carne que nossos ancestrais usavam . Feito com a carne de peito de boi, curada, temperada, cozida e defumada. Nunca comi algo parecido. Quem vai pra NY tem que comer!
Olha a cara de alegria da Fernanda comendo o lance de pastrami.

O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://www.estadao.com.br/noticias/geral,ele-e-a-cara-das-delis-de-ny,4176
O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://www.estadao.com.br/noticias/geral,ele-e-a-cara-das-delis-de-ny,4176
 
Fim do sexto dia!
Logo volto com o resto da viagem!